Inglaterra Inverno de 1155.
Edward,
o Brouillard, o novo lorde de Swan, não estaria satisfeito com sua recompensa,
absolutamente. Isso foi o primeiro que Billy pensou ao contemplar as terras de
seu senhor. Billy puxou as rédeas para deter o cavalo e deu uma olhada a seu
redor enquanto exalava devagar. Dezenove anos de guerra tinham cobrado da
propriedade que Edward havia ganhado por suas mãos.
Os
campos, que deveriam estar semeados e em bom estado, ofereciam um aspecto
baldio, com a terra queimada e salpicada de plântulas de carvalho e cicuta que
teimavam em sobreviver. O bosque ia ganhando terreno aos campos arrasados.
Aquele bosque que antigamente tinha sido diligentemente dominado e contido até
os limites dos campos, avançava agora implacável, invadindo as terras que
deveriam ter constituído a principal fonte de mantimentos de Swan. Aquele
inverno não haveria colheita de milho. Billy notou a fria dentada de uma forte
rajada de vento no rosto, e seu estômago protestou ruidosamente ante o assalto
inesperado; sem lugar a dúvidas, aquela seria uma estação cheia de penúrias.
Seguido
de perto por seu senhor, Billy estremeceu ao não ver nenhuma choça. Onde
estavam os lavradores? Acaso por isso a terra estava desatendida? Não ficava
ninguém para trabalhar os campos de cultivo? Seu estômago voltou a rugir, essa
vez mais escandalosamente. De nenhuma forma desejava ser o emissário que
levasse a Edward as notícias de que sua propriedade não era nada mais que um
nome inscrito no registro de propriedade na Inglaterra.
Como
se pretendesse burlar-se dele, Swan emergiu subitamente no meio da penumbra com
um aspecto alentadoramente sólido. As almeias se erguiam imponentes, inclusive
se podia ver uma coluna de fumaça proveniente do interior do recinto
amuralhado. A paliçada, apesar de ser de madeira, oferecia um aspecto robusto, e
a torre principal era feita de pedra. O estômago de Billy deixou de rugir: pelo
menos o castelo de Swan parecia estar em bom estado, mas o que era um castelo
em bom estado sem comida para alimentar aos que moravam nele?
Justo
então uma mulher se materializou entre as almeias, uma mulher no lugar que
deveriam ter ocupado homens dispostos a lutar. Escrutinaram um ao outro em
silêncio. Por causa da distância que os separava, Billy não conseguia
distinguir seus traços, e havia algo em sua atitude que o acautelava de
aproximar-se mais. Billy podia ver que tinha o cabelo claro e que se mantinha
em atitude altiva, com as costas totalmente erguida, o manto que usava era de
uma sobriedade indescritível. Continuaram olhando um ao outro com tanta desconfiança como adversários
declarados. O modo em que o castelo se materializou subitamente entre a névoa,
junto com aquela mulher, resultava quase espectral. A suas costas, seu senhor
murmurou algo com evidentes sintomas de mal-estar, e aquele sussurro tirou Billy
de sua efêmera paralisia.
—Sou
um emissário do rei Aro II da Inglaterra, senhor de Forks, Normandia, Narnia, Volturi,
Ticuna, Phoenix, Volterra e Gante.
Ao
não receber resposta alguma, Billy prosseguiu:
—Dada
a condição de órfã de Isabella de Swan, o rei há resolvido entregá-la em
matrimônio a Edward, o Brouillard, que neste preciso instante se dirige ao
castelo de Swan com a intenção de cumprir a ordem do rei.
Após
uma pausa que poderia ter se medido em pulsados de coração, a mulher assentiu
grosseiramente, sem oferecer nenhuma outra resposta à proclamação real.
Billy
se revolveu inquieto sobre a sela, ajustou a espada ao cinto e notou o peso
reconfortante do aço no meio daquele lugar desolado cheio de ramos maltratados
sob um céu plúmbeo e uma mulher que permanecia excessivamente silenciosa ante
tais novas.
—Entendeste-me?
—perguntou-lhe, desconcertado.
Billy
viu que ela assentia com a cabeça.
Ao
mesmo tempo, notou —mais que ouviu— que seu senhor esporeava o cavalo e se
afastava um pouco dele, daquela mulher silenciosa e do castelo de Swan.
Posto
que Billy era um cavalheiro, não podia permitir a mesma indulgência que seu
senhor. Se desejava que todos o reconhecessem por sua valentia e habilidade com
as armas, não podia sair fugindo como um covarde.
Subitamente,
o denso manto de nuvens que tinha ocultado até esse momento o sol se
desvaneceu, e os raios abraçaram a torre com uma suave luz. Billy conteve o
fôlego. O que a penumbra havia encoberto, agora o revelava a luz. A terra sob
seus pés, apesar de estar baldia, era rica; sim, era uma terra em que
certamente germinaria qualquer semente. O castelo estava construído com pedra
calcária amarela, com frestas de arco pontudo e contrafortes nos ângulos. E
aquela mulher... Seu cabelo cálido e cheio, da cor do ouro pálido, caía em uma
bela cascata até seus joelhos.
Movido
pelo impulso, Billy perguntou:
—É
lady Isabella de Swan?
Tal
e como Billy esperava, ela não pronunciou palavra alguma mas sim se limitou a
responder com um áspero movimento afirmativo. E a seguir desapareceu. Billy
considerou que era uma reação certamente estranha, ante a notícia de seu
iminente matrimônio.
Billy
puxou as rédeas para fazer girar sua montaria e torceu o gesto ao ver que seu
senhor não era mais que um pequeno ponto na distância.
«Pelo
menos Edward não terá que suportar uma esposa com mau gênio», refletiu com
ironia.
O
rio Black baixava caudaloso por causa das chuvas, mas Edward e seus homens
tinham encontrado uma zona menos profunda por onde atravessá-lo até a outra
borda. Segundo seus cálculos, achavam-se muito perto de Swan, pelo norte, e Edward
tinha tanta vontade de ver sua propriedade que não esperou seus acompanhantes
mas sim galopou pela borda oposta e virou para o oeste, rezando para que a
garoa não turvasse sua primeira visão do presente que lhe tinha feito Aro.
Edward
soprou pesadamente. Em realidade pouco tinha de presente, se pensava em todos
aqueles anos ao serviço do futuro monarca da Inglaterra, lhe demonstrando sua
valia. Muitos cavalheiros passaram ao bando de Aro quando se inteiraram de que Vladimir
tinha combinado que o filho de Maria herdaria a coroa quando ele morresse. Maria
e Vladimir passaram quase toda a vida lutando, disputando o direito ao trono da
Inglaterra. Em todos aqueles anos, às vezes a sorte tinha tomado partido a
favor de um e às vezes a favor do outro, até que ao final os dois ficaram muito
velhos para seguir encetados naquela guerra sem quartel que quão único
conseguia era debilitar ao povo e as terras. Agora, com Aro II no trono,
haveria paz, se Deus o queria; uns anos de paz para que a Inglaterra se
recuperasse. Edward rezou para que o mandato de Aro fosse duradouro e próspero
—duradouro e próspero para os dois.
Quando
Aro foi renomado sucessor de Vladimir, muitos cavalheiros tentaram granjear sua
amizade, mas Aro de Volturi não era tolo, e pouco a pouco foi abandonando a
quase todos os que o tinham rodeado com fins propriamente egoístas. Edward, em
troca, tinha seguido Aro incansavelmente e lutado sob seu estandarte com
galhardia e nobreza, já que tinha sabido apreciar a um homem que, apesar de não
ter talento de guerreiro, parecia ser um competente administrador. E com o
transcurso do tempo, Edward conseguiu atrair a atenção de Aro até ganhar sua
confiança. Finalmente, o monarca decidiu recompensá-lo por sua lealdade e sua
destreza.
E Swan
era a recompensa.
Swan,
oculto em algum lugar próximo entre a neblina e a suave chuva. Swan, que tinha
sobrevivido à anarquia civil durante o reinado de Vladimir, mas em que estado? Edward
tentou afastar aqueles temores de sua mente, culpando ao mau tempo do repentino
mal-estar que se apoderou dele, e deslizou a mão por cima das alforjas
carregadas de sementes. Durante suas aventuras por meio mundo, Edward tinha ido
se preparando para aquele dia, o dia em que por fim disporia de sua própria
terra. Por todos os lugares por onde tinha passado, das tórridas areias de
Damasco até as montanhas da Baviera, tinha ido selecionando as melhores
sementes, os melhores tecidos, as melhores especiarias para seu futuro lar. E
agora seu lar tinha um nome: Swan.
—Uma
verdadeira beleza, conforme dizem na corte.
Edward
deu a volta para olhar ao pai Carlisle, o sacerdote que tinha permanecido a seu
lado durante os últimos anos e que se encarregaria de oficiar a cerimônia de
suas bodas. Levava uma batina negra de lã que o protegia da suave chuva e que
se levantou até os joelhos para sentar-se sobre a mula. Um padre incomum, que
tinha estudado com o grande professor Garrett Alexander e que acreditava que o
povo pobre só poderia ser feliz se conhecia as Sagradas Escrituras. Por isso
tinha passado tantos crepúsculos cinzentos insistindo para que Edward e seu
séquito memorizassem a palavra de Deus.
—Acreditava
que os homens de Deus não se fixavam na beleza feminina uma vez que tomavam os
hábitos —espetou Edward com secura.
Carlisle
sorriu lentamente enquanto baixava seu olhar até sua puída batina de lã.
—Sim
que nos fixamos, mas possivelmente não lhe outorgamos a importância que lhe dão
vós, os cavalheiros.
Emmett,
o escudeiro de Edward, lamentou-se em voz alta:
—Passamos
tantos anos percorrendo o país com homens como única companhia que a esta
altura inclusive minha avó pareceria atrativa.
Edward
sorriu ante a ocorrência. Emmett, com seus dezessete anos e um aspecto
desajeitado de cachorrinho a ponto de desmamar, acreditava-se absolutamente
irresistível para as mulheres. Provavelmente, quando acabasse de desenvolver a
musculatura dos ombros, já não teria que imaginar mais.
Realmente
era um moço arrumado, com uns olhos risonhos de uma cor azul cinzento e cabelos
castanhos e robustos.
Carlisle,
balançando-se ritmicamente ao som dos passos de sua mula, disse:
—Isso
significa que olha às mulheres com benevolência, e isso é bom.
Emmett
se limitou a esboçar uma careta de chateação e suspirou.
Edward
sorriu divertido ante a reação de Emmett, como de costume. Procurava instruir
ao jovem com firmeza mas sem dureza; em seu tempo de juventude lhe havia
custado servir de escudeiro a um homem severo e circunspeto, e considerava que
não tinha tirado nada positivo daquela experiência. As exigências físicas dos
cavalheiros eram já bastante duras por
si, por isso não se necessitava amassar o espírito com um jugo adicional e
desnecessário. Não obstante, Edward não demorou para afastar Emmett de sua
mente e novamente se dedicou a escrutinar o horizonte brumoso, com vontade de
avistar Swan.
Carlisle
cavalgava em silêncio enquanto observava Edward. Estava pensando em Swan, isso
era evidente, mas Swan não significava unicamente o castelo e suas terras, e se
Edward não se lembrava daquele significativo detalhe, ele sim.
—Faz
anos que é órfã —remarcou Carlisle.
Edward
deu um coice visivelmente surpreso ante o comentário e respondeu com voz
ausente:
—Já
sei.
—Não
foram uns anos fáceis para a Inglaterra —precisou Carlisle.
—Isso
também sei, mas agora que estou aqui tentarei emendar todo o necessário —repôs Edward
com um tom confidencial.
Seth,
o companheiro de armas de Edward, uniu-se a eles e deu um pequeno murro em Emmett
no ombro. Seus olhos escuros posaram primeiro nas costas de Edward, e logo
desviou a vista para o pai Carlisle. O padre lhe devolveu o olhar, e esses
breves instantes bastaram para que ambos se dessem conta de que estavam
pensando o mesmo.
—Sem
lugar a dúvidas, lady Isabella estará encantada quando souber suas intenções
—apontou Seth prudentemente.
Edward
só ofereceu um grunhido como resposta. Dava a impressão de que se esqueceu dela
por completo. Não, não era unicamente uma impressão, a não ser um fato
irrefutável. Isabella era uma pequena bolinha no grosso de seus pensamentos, e
ele haveria se sentido mais que
satisfeito de poder sacudir essa bolinha de cima. Em seus planos não entrava
uma esposa. Que capacidade podia ter uma esposa em seus pensamentos, quando seu
afã por possuir uma propriedade levava tantos anos lhe nublando a mente por
completo? Entretanto, era certo que estava em idade casadoura e que não podia
tomar posse de Swan sem ela. Assim teria que casar-se. De todos os modos, seus
pensamentos seguiam unicamente centrados em Swan.
—A
guerra pela terra é muito dura, foste testemunha de numerosas batalhas para ser
consciente disso, Edward o Brouillard —argumentou Carlisle com um tom cordial —
E também viu com que efetividade pode uma espada enviar um homem ante Deus.
Como crê que uma moça órfã sobreviveu tantos anos à guerra civil?
Edward
não tinha caído na conta, pelo menos não tinha prestado muita atenção à
questão, e não gostou nada que o pai Carlisle tirasse o tema a vista. E o que
importava essa mulher? Swan, a terra que vinha com ela, era o que realmente desejava.
Edward tinha arriscado sua vida por Swan, e finalmente a tinha obtido como
recompensa. Entretanto, lady Isabella o aguardava, igual a Swan. Por
conseguinte, era óbvio que não devia esquecer-se dela, apesar de que o tinha
tentado.
Naquele
instante, Billy apareceu no meio da névoa e conseguiu captar sua atenção.
—Encontrou
Swan? —perguntou-lhe Edward quando Billy esteve a uma distância audível.
—Sim,
Edward, encontrei sua propriedade.
—E o
que te pareceu? —exortou-o, sentindo-se instantaneamente incômodo ante a parca
resposta de Billy.
Billy
baixou os olhos enquanto tirava as manoplas das mãos.
—É
uma terra rica, o castelo é uma edificação sólida e robusta, e lady Isabella já
está se preparando para sua iminente chegada.
Ao
ver que novamente lhe recordavam a figura de lady Isabella, Edward se sentiu
obrigado a perguntar:
—E
como está lady Isabella de Swan?
—Quando
lhe dei a notícia de que o rei tinha ordenado seu matrimônio, aceitou as novas
com calma —recitou Billy com cuidado. Levava mais de uma hora ensaiando as
palavras exatas que ia pronunciar, e se sentia satisfeito com a verdade
ofuscada que transmitia a mensagem.
—Não
te disse que certamente reagiria assim? —Edward sorriu a Seth.
Seth
só sorriu efemeramente, e sua tez escura assentiu com aquiescência.
—A
senhora estará pronta quando eu chegue? —Quis saber Edward especificamente,
ansioso por superar o quanto antes aquele possível ponto de conflito.
—Quando
lhe disse que tinha que casar-se com Edward, o Brouillard por ordem de Aro II,
lady Isabella não disse nenhuma só palavra contra e desapareceu rapidamente
para dispor os preparativos —replicou Billy, dizendo tecnicamente a verdade.
—Parece
uma mulher com um notável autocontrole —atravessou Carlisle brandamente.
—Sim
—conveio Edward — uma virtude certamente valiosa em uma esposa. Tal e como há
dito —continuou, dirigindo sua conversação para Carlisle — Foram muitos anos de
guerra, e provavelmente se sentirá aliviada ao saber que muito em breve terá um
marido que poderá defender as terras e lhe dar descendência. Em resumidas
contas, isso é o que todas as mulheres querem, não? —concluiu com um tom
desenvolto.
Billy
ficou brincando incômodo com as manoplas, que pareciam estar lhe provocando
inumeráveis problemas. A sua vez, o pai Carlisle começou a manusear as contas
do rosário que pendurava de seu cinto, com uma expressão contemplativa no
rosto. Parecia que essas eram as únicas respostas que Edward ia obter. A
atitude de seus companheiros o desconcertou. Por que essas amostras contidas de
perturbação ante as notícias de Billy da boa disposição de lady Isabella para
receber seu futuro marido?
—Vamos,
Seth, você estiveste casado. Acaso nem todas as mulheres desejam segurança, do
mesmo modo que aos homens atrai o conflito e a instabilidade? —exortou-o Edward.
—Assim
foi com as mulheres que conheci —respondeu Seth simplesmente.
E
desse modo terminou a conversação a respeito de Isabella. Edward se dispunha a
interrogar mais a fundo Billy com respeito a Swan quando Billy lhe adiantou:
—De
fato, já estamos nas terras de Swan, Edward. Quando me reuni contigo já pisava
em sua propriedade. O castelo está a tão somente uma breve corrida a galope
para o oeste.
Billy
não teve tempo de dizer nada mais. Edward esporeou seu cavalo para iniciar a
corrida o galope. Seth o seguiu veloz, já que inclusive com Aro no trono, as
terras seguiam infestadas de foragidos.
Necessitaram
só uns minutos para avistar a sólida silhueta da torre de Swan, que se
materializou entre a chuva que agora caía com mais força, mas Edward apenas se
deu conta daquele matiz. O castelo, construído com o consentimento real durante
o reinado de Aro I e, por conseguinte, indultado de ser destruído com a miríade
de castelos que tinham sido eretos durante os anos de anarquia, tinha sido
originariamente desenhado como uma única torre singela e estava rodeada por uma
paliçada de madeira. Erigia-se no topo de um promontório, flanqueado em sua
maior parte pelo rio, o que lhe conferia um estratégico valor defensivo. A
paliçada precisava ser reconstruída, não de madeira mas sim de pedra, embora a
verdade era que tampouco estava em condições deploráveis e provavelmente
suportaria qualquer ataque durante o processo de reconstrução. Edward ficou
absorto calculando quanto custaria o trabalho, tanto em termos econômicos como
em tempo, e chegou à conclusão de que poderia completar-se em um ano se era
capaz de encontrar um Engenheiro hábil. Posto que Edward estava se aproximando
pelo lado oeste, o castelo destacava por cima da paliçada com um aspecto
imponente; os muros eram almeados, igual à torre, que se erigia majestosamente
com sua altura de quatro andares.
Tão
ensimesmado estava Edward com sua primeira impressão de Swan que não se fixou
no estado de abandono das terras, nem no bosque que se estendeu ocupando as
terras de cultivo, nem na falta de choças ou de uma aldeia próxima. Tão
satisfeito estava com sua propriedade que quando caiu na conta do estado de
abandono em que se achava Swan, não permitiu que aquele pensamento o
inquietasse. Swan dispunha de um lorde outra vez, e Edward faria todo o
possível por lhe devolver todo seu esplendor e alegria de antigamente.
Por
fim estava em casa.
OHHH ANSIOSA POR ESSA FIC!
ResponderExcluirADORO FIC DE ÉPOCA!
Quero mais!!
Ei, tenho uma sugestão e ao mesmo tempo um pedido... teria como vc mudar o fundo do blog? esse fundo preto com as letras brancas ficam ruins para ler, força demais a vista. Vc poderia colocar um cinza medio pro fundo e um cinza quase preto para as letras!! Que tal?
Beijos, Daiane Farias
Então eu mudei e tals .. se você achar que não ficou bom me avisa.. que eu mudo novamente ok..
ExcluirEspero que continue gostando da fic..
Beijos.. Mia c.
Ameiii, está ótimo para ler! Obrigada!!
ExcluirEu vi que vc vai ficar um tempo sem entrar na net, como vai ficar os post em brouillard?
Quer me mandar por email? Amei essa fic, estou muito curiosa! Quero mais a continuação!
Qualquer coisa fala comigo, daianefarias-1@hotmail.com
Beijos, Daiane Farias.
Então eu vou continuar a postar essa fic sim.. mas não vai ser posts todos os dias amanha eu já posto dois capitulos e vou postando nos dias que eu consegui ok.. Beijoo
Excluireu acho que vc poderia muda um poucoo as palavras pois estao difici de entende e eu quaze na consigo entender direito o cap. acho que ta muito formal
ResponderExcluir...mais eu amaei
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