Isabella gritou duramente pelo sonho agradável interrompido,
nebuloso. Ela não podia ter certeza de que era um sonho, mas tudo era
bonito e flutuava e não estava sentindo nenhuma dor. Preferia muito mais
flutuar, tranqüila em relação à alternativa de acordar.
Então ela viu-se abalada até seu cérebro parecer tremer dentro de sua cabeça. A dor estava de volta e ela ouviu a voz de Edward.
Oh, mas o homem amava rugir. Ele parecia gostar de uma boa discusão, particularmente quando era destinada a ela.
“Você é a moça mais desobediente que já tive a infelicidade de atender,” Edward rosnou. “Eu te ordeno para não morrer e você está determinada a fazer exatamente isso. Você não é a leoa que defendeu o meu filho. Ela nunca iria desistir enquanto você está desistindo.”
Isabella franziu a testa em seu insulto. Ele agiu assim tão vergonhosamente enquanto ela estava doente e morrendo. Agiu como se tivesse feito isso de propósito.
Ela ouviu-o rir.
“Não, moça, você pode muito bem estar doente, mas não está morrendo. Vai me obedecer ou, juro por Deus como minha testemunha, que eu vou colocá-la sobre o meu joelho.”
Ela olhou, ou pelo menos pensou que fez. O quarto ainda parecia incrivelmente escuro para ela, e suas pálpebras sentiasse como se alguém tivesse colocado pedras sobre elas. Pânico súbito bateu sobre ela. Talvez eles estivessem preparando-a para o enterro. Será que colocavam pedras sobre os olhos dos mortos para mantê-los fechadas? Ou eram moedas? De qualquer maneira, ela não queria morrer.
“Shh, moça.” Edward acalmou. “Abra seus olhos. Você pode fazer isso por mim. Ninguém está enterrando você, eu juro. Abra seus olhos e olhe para mim. Deixe-me ver aqueles belos olhos azuis.”
Levou toda a sua força, mas ela conseguiu levantar as pálpebras. Estremeceu quando a luz solar bateu por sua cabeça, e ela prontamente estalou os olhos fechados novamente.
“Cubra a janela,” Edward latiu.
Isabella franziu o cenho. Com quem ele estava falando? Estava começando a ser corriqueiro que eles tivessem visitantes em sua câmara.
Ela ouviu uma risada e ela abriu os olhos só para ver uma forma difusa que se assemelhava a Edward. Ela piscou rapidamente e, em seguida, olhou para além dele para ver Emmett e Jasper na frente da janela agora coberta.
“É bom que você voltou para casa, Emmett. Edward iria precisar de você para o funeral.”
Emmett fez uma careta. “De quem é o funeral, moça?”
“Meu.” disse ela.
Ela tentou levantar a cabeça, mas logo descobriu que estava tão fraca como um gatinho recém-nascido.
Jasper riu e Isabella virou-se para oferecer-lhe uma careta de desagrado.
Ela fungou. “Não é uma questão para rir. Edward ficaria muito descontente se eu morresse.”
“É precisamente por isso que você não vai fazer qualquer coisa desse tipo,” Edward rosnou.
Ela virou a cabeça para olhar para Edward novamente e ficou surpresa ao vê-lo parecer tão... abatido. Seu cabelo estava despenteado, seus olhos estavam vermelhos, e tinha o que parecia ser vários dias de barba crescida em seu queixo.
“Eu sou sempre obediente, marido. Se você manda-me não morrer, então não vou negar o seu desejo.”
Edward sorriu e quando olhou para ela viu tal alívio em seus olhos que a respiração ficou presa na garganta.
“É um pecado mentir, esposa, mas a verdade de Deus que não acho que Ele ou eu vamos pensar nesta inverdade.”
Ela murmurou. “Tento ser obediente.”
“Sim, moça, ordenei para você não morrer, e foi muito agradável ver que você me obedeceu, pelo menos uma vez. Estou tão contente que posso considerar não gritar com você na próxima vez que não me obedecer.”
“Vocês são malucos,” Jasper resmungou.
Emmett aproximou-se da cama e chegou a apertar sua mão. “Bem-vinda de volta à terra dos vivos, irmãzinha. Você deu a todos nós um susto.”
Ela colocou a outra mão sobre seu estômago. “Não sinto nenhuma dor. É muito estranho, realmente, mas estou com fome.”
Edward riu e depois inclinou-se e apertou os lábios contra a testa por mais tempo. Ele tremeu contra sua pele e alisou a mão sobre seu cabelo quando lentamente se afastou.
“Você deve estar morrendo de fome moça. Você ficou acamada por três dias e esvaziou todo o conteúdo do estômago em um dia.”
“Três dias?” Ela ficou estarrecida. Absolutamente chocada.
“Sim, moça, três dias.” Seu tom de voz ficou mais grave e as linhas reapareceram em seu rosto. Ele parecia... cansado.
Ela estendeu a mão para traçar as linhas na testa e, em seguida, deixou cair os dedos para sua bochecha. “Você parece cansado, marido. Estou pensando que você precisa de um banho e fazer a barba e depois tirar um longo repouso.”
Ele colocou sua mão sobre a dela, prendendo-a contra seu rosto. Então virou para a boca e beijou a palma da mão.
“Agora que você está acordada, eu certamente posso dormir. Mas não pense só porque despertou que estará correndo por todo o castelo. Você vai ficar na cama até eu diga que pode levantar-se e não antes disso.”
Ela deu-lhe um olhar de nojo, mas segurou a língua. Não iria iniciar uma discussão com ele no momento que acordou. Afinal, podia se acomodar a ocasião.
Edward riu. “Sim, moça, parece que de vez em quando você pode ser muito obediente.”
“Eu realmente devo aprender a controlar melhor a minha língua,” ela murmurou. “Não posso deixar escapar cada pensamento meu. Madre Sue disse que eu ia lamentar o dia em que comecei como esse hábito terrível. Estou pensando que ela tinha toda razão.”
Edward se inclinou e beijou-a novamente. “Estou pensando que sua língua é perfeita.”
Ambos Jasper e Emmett riram e Isabella ficou escandalizada. “Edward!”
Mortificada ela apertou as bochechas e puxou os cobertores até cobrir a cabeça. Edward se uniu na risada enquanto ela se amontoava ali desejando que o chão abrisse e levasse todos eles.
Edward eventualmente enxotou a todos, desde a sua câmara e então, ordenou que trouxesse alimentos para ambos. Ele provou cada pedaço de comida que passou para ela.
Na verdade, ele assustou com o que ela disse. Que não queria que ele morresse por ela e disse isso a ele.
Ele não parecia impressionado com a preocupação dela. “É o meu dever de cuidar de você, moça.”
“E um bom trabalho que vai fazer se você morrer no processo,” ela resmungou.
Depois que eles comeram, ela deitou no travesseiro e fechou os olhos. Realmente estava muito fraca, e era a verdade que a comida não caia bem em seu estômago. Depois de três dias sem comer, ela supunha que fosse apenas natural.
Ela levantou quando ouviu a porta abrir, e um desfile de mulheres entraram na câmara trazendo baldes de água quente.
“Pensei que você pudesse gostar de um banho quente,” Edward disse.
Naquele momento ela queria atirar-se em torno dele e abraçá-lo até que não tivesse mais fôlego. Se não tivesse certeza que envolver os braços seria incrivelmente desgastante.
Então ela estava lá como uma pilha de carne inútil e assistiu com emoção quando o vapor levantou-se da banheira quase cheia.
Quando o último jorro de água foi derramada do balde, Edward a deitou sobre a cama e começou a desamarrar os laços de sua camisola. Ela não tinha energia suficiente para protestar, não que teria feito isso de qualquer maneira. Em breve ele tinha o vestido fora de seu corpo e gentilmente a reunira em seus braços e levou-a até a banheira.
Ele aliviou-a para baixo na água quente, e ela gemeu de prazer quando o calor rodou sobre seu corpo.
Em vez de deixá-la, como ela havia previsto, ele se ajoelhou ao lado da banheira. Estendeu a mão para o jarro no chão e encheu-o com água antes de jogá-lo pelas costas para molhar o cabelo.
Quando seus dedos escavavam os fios para lavar os cabelos, ela fechou os olhos ao simples prazer de tê-lo cuidando de suas necessidades. Ela estava mais fraca do que poderia ter imaginado que teria sido após a sua provação, e estava grata por sua consideração.
Gemeu baixinho quando ele voltou sua atenção para a lavagem do corpo dela. Ele levou seu tempo, esfregando os ombros e braços. Suas mãos mergulharam na água e ele em concha as colocou nos seios, esfregando o polegar sobre os bicos rígidos.
Ele não tardaria em descer mais, mas continuou em sua busca incansável para lavar cada centímetro de seu corpo. Até o momento que chegou a seus pés, ela estava tremendo com prazer. Ele pegou um pé e jogou água até sua perna. Então começou uma massagem minuciosa de cada parte de seu pé, indo de baixo para cima. Quando chegou aos dedos dos pés, ela tentou puxar seu pé fora e gritou com a sensação de cócegas.
Ele riu, mas agarrou o tornozelo para que ela não escapasse.
“Não tinha ideia que era tão delicada, moça.”
Ele segurou seu pé em ambas as mãos e correu as mãos sobre seu tornozelo e, em seguida, para sua surpresa, beijou o arco de seu pé. Acariciou um caminho até sua perna, o joelho, e até o meio de suas coxas.
Suas mãos eram como seda em sua carne. A combinação da água calmante e suas carícias aqueceram como um bálsamo para seus sentidos esfarrapados.
Ele foi profundo em sua lavagem. Nenhuma parte dela ficou intocada. Até o momento que tinha terminado, ela estava mole, a sua visão turva, e estava tão apática que não poderia ter ressuscitado da banheira se quisesse.
Edward levantou-a e segurou-a sobre a banheira, enquanto a água escorria de seu corpo. Colocou-a perto do fogo e rapidamente envolveu uma grande pele em volta dela, dobrando as pontas entre seus seios.
“Assim que seu cabelo estiver seco, vou te aconchegar de volta para a cama,” disse ele.
“Eu não quero que você fique com frio.”
Justamente quando ela não poderia imaginar ficar mais chocada com a sua ação delicada, começou a secar o cabelo com um dos panos de secagem. Suas mãos trabalhavam através das costas e quando retirou o excesso de umidade da massa pesada, começou a trabalhar com um pente através do nós.
Eles sentaram em frente ao fogo, ela estava aninhada entre suas coxas. Ele foi extremamente paciente, parando quando ouvia um grunhido particularmente difícil.
O calor da lareira envolvia em torno deles até que sua pele brilhava rosa. Calor escoou em seus ossos e ela se viu cochilando enquanto ele penteava os cabelos.
Quando terminou, colocou o pente de lado e passou os braços firmemente em torno dela. Pressionou sua bochecha contra a lateral de sua cabeça e balançou um pouco, enquanto ela olhava para as brasas incandescentes.
“Você me assustou, moça.”
Ela suspirou e derreteu mais profundo em seu abraço. “Assustei-me também, Senhor. Na verdade eu não tinha gostado da ideia de deixar você e Anthony.”
“Anthony dormiu em sua cama cada noite que esteve doente. Ele de um lado, e eu do outro. Estava tão determinado como eu que você não morresse.”
Ela sorriu. “É bom ter família.”
“Sim, moça, é. Eu acho que você, Anthony e eu somos uma boa família.”
“Não se esqueça Jasper e Emmett,” ela disse com uma careta. “E Garrett, Eleazar e Demetri, é claro. Eles me irritam, mas têm boas intenções e são sempre tão pacientes. Oh! E Jane e Charlotte e Ângela.”
Edward riu contra sua orelha. “O nosso clã, moça. Nosso clã é a nossa família.” Oh, ela gostou da ideia disso. Família. Ela deu um suspiro satisfeito e inclinou a cabeça para trás em seu ombro.
“Edward?”
“Sim, moça.”
“Obrigado por não me deixar morrer. Na verdade estava perto de desistir, mas seus berros tornaram completamente impossível isso. Você gosta de gritar comigo. Provavelmente fez você feliz por ter uma desculpa para continuar assim.”
Apertou-lhe a ele e ela sentiu o tremor de seu corpo que sinalizava um riso silencioso.
“Quando você estiver bem, nós vamos ter uma longa conversa.”
Ela tentou se sentar, mas segurou-a firmemente. “Falar sobre o que, Senhor?”
“Palavras, moça. Palavras que pretendo que você me ofereça.”
Então ela viu-se abalada até seu cérebro parecer tremer dentro de sua cabeça. A dor estava de volta e ela ouviu a voz de Edward.
Oh, mas o homem amava rugir. Ele parecia gostar de uma boa discusão, particularmente quando era destinada a ela.
“Você é a moça mais desobediente que já tive a infelicidade de atender,” Edward rosnou. “Eu te ordeno para não morrer e você está determinada a fazer exatamente isso. Você não é a leoa que defendeu o meu filho. Ela nunca iria desistir enquanto você está desistindo.”
Isabella franziu a testa em seu insulto. Ele agiu assim tão vergonhosamente enquanto ela estava doente e morrendo. Agiu como se tivesse feito isso de propósito.
Ela ouviu-o rir.
“Não, moça, você pode muito bem estar doente, mas não está morrendo. Vai me obedecer ou, juro por Deus como minha testemunha, que eu vou colocá-la sobre o meu joelho.”
Ela olhou, ou pelo menos pensou que fez. O quarto ainda parecia incrivelmente escuro para ela, e suas pálpebras sentiasse como se alguém tivesse colocado pedras sobre elas. Pânico súbito bateu sobre ela. Talvez eles estivessem preparando-a para o enterro. Será que colocavam pedras sobre os olhos dos mortos para mantê-los fechadas? Ou eram moedas? De qualquer maneira, ela não queria morrer.
“Shh, moça.” Edward acalmou. “Abra seus olhos. Você pode fazer isso por mim. Ninguém está enterrando você, eu juro. Abra seus olhos e olhe para mim. Deixe-me ver aqueles belos olhos azuis.”
Levou toda a sua força, mas ela conseguiu levantar as pálpebras. Estremeceu quando a luz solar bateu por sua cabeça, e ela prontamente estalou os olhos fechados novamente.
“Cubra a janela,” Edward latiu.
Isabella franziu o cenho. Com quem ele estava falando? Estava começando a ser corriqueiro que eles tivessem visitantes em sua câmara.
Ela ouviu uma risada e ela abriu os olhos só para ver uma forma difusa que se assemelhava a Edward. Ela piscou rapidamente e, em seguida, olhou para além dele para ver Emmett e Jasper na frente da janela agora coberta.
“É bom que você voltou para casa, Emmett. Edward iria precisar de você para o funeral.”
Emmett fez uma careta. “De quem é o funeral, moça?”
“Meu.” disse ela.
Ela tentou levantar a cabeça, mas logo descobriu que estava tão fraca como um gatinho recém-nascido.
Jasper riu e Isabella virou-se para oferecer-lhe uma careta de desagrado.
Ela fungou. “Não é uma questão para rir. Edward ficaria muito descontente se eu morresse.”
“É precisamente por isso que você não vai fazer qualquer coisa desse tipo,” Edward rosnou.
Ela virou a cabeça para olhar para Edward novamente e ficou surpresa ao vê-lo parecer tão... abatido. Seu cabelo estava despenteado, seus olhos estavam vermelhos, e tinha o que parecia ser vários dias de barba crescida em seu queixo.
“Eu sou sempre obediente, marido. Se você manda-me não morrer, então não vou negar o seu desejo.”
Edward sorriu e quando olhou para ela viu tal alívio em seus olhos que a respiração ficou presa na garganta.
“É um pecado mentir, esposa, mas a verdade de Deus que não acho que Ele ou eu vamos pensar nesta inverdade.”
Ela murmurou. “Tento ser obediente.”
“Sim, moça, ordenei para você não morrer, e foi muito agradável ver que você me obedeceu, pelo menos uma vez. Estou tão contente que posso considerar não gritar com você na próxima vez que não me obedecer.”
“Vocês são malucos,” Jasper resmungou.
Emmett aproximou-se da cama e chegou a apertar sua mão. “Bem-vinda de volta à terra dos vivos, irmãzinha. Você deu a todos nós um susto.”
Ela colocou a outra mão sobre seu estômago. “Não sinto nenhuma dor. É muito estranho, realmente, mas estou com fome.”
Edward riu e depois inclinou-se e apertou os lábios contra a testa por mais tempo. Ele tremeu contra sua pele e alisou a mão sobre seu cabelo quando lentamente se afastou.
“Você deve estar morrendo de fome moça. Você ficou acamada por três dias e esvaziou todo o conteúdo do estômago em um dia.”
“Três dias?” Ela ficou estarrecida. Absolutamente chocada.
“Sim, moça, três dias.” Seu tom de voz ficou mais grave e as linhas reapareceram em seu rosto. Ele parecia... cansado.
Ela estendeu a mão para traçar as linhas na testa e, em seguida, deixou cair os dedos para sua bochecha. “Você parece cansado, marido. Estou pensando que você precisa de um banho e fazer a barba e depois tirar um longo repouso.”
Ele colocou sua mão sobre a dela, prendendo-a contra seu rosto. Então virou para a boca e beijou a palma da mão.
“Agora que você está acordada, eu certamente posso dormir. Mas não pense só porque despertou que estará correndo por todo o castelo. Você vai ficar na cama até eu diga que pode levantar-se e não antes disso.”
Ela deu-lhe um olhar de nojo, mas segurou a língua. Não iria iniciar uma discussão com ele no momento que acordou. Afinal, podia se acomodar a ocasião.
Edward riu. “Sim, moça, parece que de vez em quando você pode ser muito obediente.”
“Eu realmente devo aprender a controlar melhor a minha língua,” ela murmurou. “Não posso deixar escapar cada pensamento meu. Madre Sue disse que eu ia lamentar o dia em que comecei como esse hábito terrível. Estou pensando que ela tinha toda razão.”
Edward se inclinou e beijou-a novamente. “Estou pensando que sua língua é perfeita.”
Ambos Jasper e Emmett riram e Isabella ficou escandalizada. “Edward!”
Mortificada ela apertou as bochechas e puxou os cobertores até cobrir a cabeça. Edward se uniu na risada enquanto ela se amontoava ali desejando que o chão abrisse e levasse todos eles.
Edward eventualmente enxotou a todos, desde a sua câmara e então, ordenou que trouxesse alimentos para ambos. Ele provou cada pedaço de comida que passou para ela.
Na verdade, ele assustou com o que ela disse. Que não queria que ele morresse por ela e disse isso a ele.
Ele não parecia impressionado com a preocupação dela. “É o meu dever de cuidar de você, moça.”
“E um bom trabalho que vai fazer se você morrer no processo,” ela resmungou.
Depois que eles comeram, ela deitou no travesseiro e fechou os olhos. Realmente estava muito fraca, e era a verdade que a comida não caia bem em seu estômago. Depois de três dias sem comer, ela supunha que fosse apenas natural.
Ela levantou quando ouviu a porta abrir, e um desfile de mulheres entraram na câmara trazendo baldes de água quente.
“Pensei que você pudesse gostar de um banho quente,” Edward disse.
Naquele momento ela queria atirar-se em torno dele e abraçá-lo até que não tivesse mais fôlego. Se não tivesse certeza que envolver os braços seria incrivelmente desgastante.
Então ela estava lá como uma pilha de carne inútil e assistiu com emoção quando o vapor levantou-se da banheira quase cheia.
Quando o último jorro de água foi derramada do balde, Edward a deitou sobre a cama e começou a desamarrar os laços de sua camisola. Ela não tinha energia suficiente para protestar, não que teria feito isso de qualquer maneira. Em breve ele tinha o vestido fora de seu corpo e gentilmente a reunira em seus braços e levou-a até a banheira.
Ele aliviou-a para baixo na água quente, e ela gemeu de prazer quando o calor rodou sobre seu corpo.
Em vez de deixá-la, como ela havia previsto, ele se ajoelhou ao lado da banheira. Estendeu a mão para o jarro no chão e encheu-o com água antes de jogá-lo pelas costas para molhar o cabelo.
Quando seus dedos escavavam os fios para lavar os cabelos, ela fechou os olhos ao simples prazer de tê-lo cuidando de suas necessidades. Ela estava mais fraca do que poderia ter imaginado que teria sido após a sua provação, e estava grata por sua consideração.
Gemeu baixinho quando ele voltou sua atenção para a lavagem do corpo dela. Ele levou seu tempo, esfregando os ombros e braços. Suas mãos mergulharam na água e ele em concha as colocou nos seios, esfregando o polegar sobre os bicos rígidos.
Ele não tardaria em descer mais, mas continuou em sua busca incansável para lavar cada centímetro de seu corpo. Até o momento que chegou a seus pés, ela estava tremendo com prazer. Ele pegou um pé e jogou água até sua perna. Então começou uma massagem minuciosa de cada parte de seu pé, indo de baixo para cima. Quando chegou aos dedos dos pés, ela tentou puxar seu pé fora e gritou com a sensação de cócegas.
Ele riu, mas agarrou o tornozelo para que ela não escapasse.
“Não tinha ideia que era tão delicada, moça.”
Ele segurou seu pé em ambas as mãos e correu as mãos sobre seu tornozelo e, em seguida, para sua surpresa, beijou o arco de seu pé. Acariciou um caminho até sua perna, o joelho, e até o meio de suas coxas.
Suas mãos eram como seda em sua carne. A combinação da água calmante e suas carícias aqueceram como um bálsamo para seus sentidos esfarrapados.
Ele foi profundo em sua lavagem. Nenhuma parte dela ficou intocada. Até o momento que tinha terminado, ela estava mole, a sua visão turva, e estava tão apática que não poderia ter ressuscitado da banheira se quisesse.
Edward levantou-a e segurou-a sobre a banheira, enquanto a água escorria de seu corpo. Colocou-a perto do fogo e rapidamente envolveu uma grande pele em volta dela, dobrando as pontas entre seus seios.
“Assim que seu cabelo estiver seco, vou te aconchegar de volta para a cama,” disse ele.
“Eu não quero que você fique com frio.”
Justamente quando ela não poderia imaginar ficar mais chocada com a sua ação delicada, começou a secar o cabelo com um dos panos de secagem. Suas mãos trabalhavam através das costas e quando retirou o excesso de umidade da massa pesada, começou a trabalhar com um pente através do nós.
Eles sentaram em frente ao fogo, ela estava aninhada entre suas coxas. Ele foi extremamente paciente, parando quando ouvia um grunhido particularmente difícil.
O calor da lareira envolvia em torno deles até que sua pele brilhava rosa. Calor escoou em seus ossos e ela se viu cochilando enquanto ele penteava os cabelos.
Quando terminou, colocou o pente de lado e passou os braços firmemente em torno dela. Pressionou sua bochecha contra a lateral de sua cabeça e balançou um pouco, enquanto ela olhava para as brasas incandescentes.
“Você me assustou, moça.”
Ela suspirou e derreteu mais profundo em seu abraço. “Assustei-me também, Senhor. Na verdade eu não tinha gostado da ideia de deixar você e Anthony.”
“Anthony dormiu em sua cama cada noite que esteve doente. Ele de um lado, e eu do outro. Estava tão determinado como eu que você não morresse.”
Ela sorriu. “É bom ter família.”
“Sim, moça, é. Eu acho que você, Anthony e eu somos uma boa família.”
“Não se esqueça Jasper e Emmett,” ela disse com uma careta. “E Garrett, Eleazar e Demetri, é claro. Eles me irritam, mas têm boas intenções e são sempre tão pacientes. Oh! E Jane e Charlotte e Ângela.”
Edward riu contra sua orelha. “O nosso clã, moça. Nosso clã é a nossa família.” Oh, ela gostou da ideia disso. Família. Ela deu um suspiro satisfeito e inclinou a cabeça para trás em seu ombro.
“Edward?”
“Sim, moça.”
“Obrigado por não me deixar morrer. Na verdade estava perto de desistir, mas seus berros tornaram completamente impossível isso. Você gosta de gritar comigo. Provavelmente fez você feliz por ter uma desculpa para continuar assim.”
Apertou-lhe a ele e ela sentiu o tremor de seu corpo que sinalizava um riso silencioso.
“Quando você estiver bem, nós vamos ter uma longa conversa.”
Ela tentou se sentar, mas segurou-a firmemente. “Falar sobre o que, Senhor?”
“Palavras, moça. Palavras que pretendo que você me ofereça.”
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