terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Brouillard - Capitulo 1



   Inglaterra Inverno de 1155.

Edward, o Brouillard, o novo lorde de Swan, não estaria satisfeito com sua recompensa, absolutamente. Isso foi o primeiro que Billy pensou ao contemplar as terras de seu senhor. Billy puxou as rédeas para deter o cavalo e deu uma olhada a seu redor enquanto exalava devagar. Dezenove anos de guerra tinham cobrado da propriedade que Edward havia ganhado por suas mãos.
Os campos, que deveriam estar semeados e em bom estado, ofereciam um aspecto baldio, com a terra queimada e salpicada de plântulas de carvalho e cicuta que teimavam em sobreviver. O bosque ia ganhando terreno aos campos arrasados. Aquele bosque que antigamente tinha sido diligentemente dominado e contido até os limites dos campos, avançava agora implacável, invadindo as terras que deveriam ter constituído a principal fonte de mantimentos de Swan. Aquele inverno não haveria colheita de milho. Billy notou a fria dentada de uma forte rajada de vento no rosto, e seu estômago protestou ruidosamente ante o assalto inesperado; sem lugar a dúvidas, aquela seria uma estação cheia de penúrias.
Seguido de perto por seu senhor, Billy estremeceu ao não ver nenhuma choça. Onde estavam os lavradores? Acaso por isso a terra estava desatendida? Não ficava ninguém para trabalhar os campos de cultivo? Seu estômago voltou a rugir, essa vez mais escandalosamente. De nenhuma forma desejava ser o emissário que levasse a Edward as notícias de que sua propriedade não era nada mais que um nome inscrito no registro de propriedade na Inglaterra.
Como se pretendesse burlar-se dele, Swan emergiu subitamente no meio da penumbra com um aspecto alentadoramente sólido. As almeias se erguiam imponentes, inclusive se podia ver uma coluna de fumaça proveniente do interior do recinto amuralhado. A paliçada, apesar de ser de madeira, oferecia um aspecto robusto, e a torre principal era feita de pedra. O estômago de Billy deixou de rugir: pelo menos o castelo de Swan parecia estar em bom estado, mas o que era um castelo em bom estado sem comida para alimentar aos que moravam nele?
Justo então uma mulher se materializou entre as almeias, uma mulher no lugar que deveriam ter ocupado homens dispostos a lutar. Escrutinaram um ao outro em silêncio. Por causa da distância que os separava, Billy não conseguia distinguir seus traços, e havia algo em sua atitude que o acautelava de aproximar-se mais. Billy podia ver que tinha o cabelo claro e que se mantinha em atitude altiva, com as costas totalmente erguida, o manto que usava era de uma sobriedade indescritível. Continuaram olhando  um ao outro com tanta desconfiança como adversários declarados. O modo em que o castelo se materializou subitamente entre a névoa, junto com aquela mulher, resultava quase espectral. A suas costas, seu senhor murmurou algo com evidentes sintomas de mal-estar, e aquele sussurro tirou Billy de sua efêmera paralisia.
—Sou um emissário do rei Aro II da Inglaterra, senhor de Forks, Normandia, Narnia, Volturi, Ticuna, Phoenix, Volterra e Gante.
Ao não receber resposta alguma, Billy prosseguiu:
—Dada a condição de órfã de Isabella de Swan, o rei há resolvido entregá-la em matrimônio a Edward, o Brouillard, que neste preciso instante se dirige ao castelo de Swan com a intenção de cumprir a ordem do rei.
Após uma pausa que poderia ter se medido em pulsados de coração, a mulher assentiu grosseiramente, sem oferecer nenhuma outra resposta à proclamação real.
Billy se revolveu inquieto sobre a sela, ajustou a espada ao cinto e notou o peso reconfortante do aço no meio daquele lugar desolado cheio de ramos maltratados sob um céu plúmbeo e uma mulher que permanecia excessivamente silenciosa ante tais novas.
—Entendeste-me? —perguntou-lhe, desconcertado.
Billy viu que ela assentia com a cabeça.
Ao mesmo tempo, notou —mais que ouviu— que seu senhor esporeava o cavalo e se afastava um pouco dele, daquela mulher silenciosa e do castelo de Swan.
Posto que Billy era um cavalheiro, não podia permitir a mesma indulgência que seu senhor. Se desejava que todos o reconhecessem por sua valentia e habilidade com as armas, não podia sair fugindo como um covarde.
Subitamente, o denso manto de nuvens que tinha ocultado até esse momento o sol se desvaneceu, e os raios abraçaram a torre com uma suave luz. Billy conteve o fôlego. O que a penumbra havia encoberto, agora o revelava a luz. A terra sob seus pés, apesar de estar baldia, era rica; sim, era uma terra em que certamente germinaria qualquer semente. O castelo estava construído com pedra calcária amarela, com frestas de arco pontudo e contrafortes nos ângulos. E aquela mulher... Seu cabelo cálido e cheio, da cor do ouro pálido, caía em uma bela cascata até seus joelhos.
Movido pelo impulso, Billy perguntou:
—É lady Isabella de Swan?
Tal e como Billy esperava, ela não pronunciou palavra alguma mas sim se limitou a responder com um áspero movimento afirmativo. E a seguir desapareceu. Billy considerou que era uma reação certamente estranha, ante a notícia de seu iminente matrimônio.
Billy puxou as rédeas para fazer girar sua montaria e torceu o gesto ao ver que seu senhor não era mais que um pequeno ponto na distância.
«Pelo menos Edward não terá que suportar uma esposa com mau gênio», refletiu com ironia.

O rio Black baixava caudaloso por causa das chuvas, mas Edward e seus homens tinham encontrado uma zona menos profunda por onde atravessá-lo até a outra borda. Segundo seus cálculos, achavam-se muito perto de Swan, pelo norte, e Edward tinha tanta vontade de ver sua propriedade que não esperou seus acompanhantes mas sim galopou pela borda oposta e virou para o oeste, rezando para que a garoa não turvasse sua primeira visão do presente que lhe tinha feito Aro.
Edward soprou pesadamente. Em realidade pouco tinha de presente, se pensava em todos aqueles anos ao serviço do futuro monarca da Inglaterra, lhe demonstrando sua valia. Muitos cavalheiros passaram ao bando de Aro quando se inteiraram de que Vladimir tinha combinado que o filho de Maria herdaria a coroa quando ele morresse. Maria e Vladimir passaram quase toda a vida lutando, disputando o direito ao trono da Inglaterra. Em todos aqueles anos, às vezes a sorte tinha tomado partido a favor de um e às vezes a favor do outro, até que ao final os dois ficaram muito velhos para seguir encetados naquela guerra sem quartel que quão único conseguia era debilitar ao povo e as terras. Agora, com Aro II no trono, haveria paz, se Deus o queria; uns anos de paz para que a Inglaterra se recuperasse. Edward rezou para que o mandato de Aro fosse duradouro e próspero —duradouro e próspero para os dois.
Quando Aro foi renomado sucessor de Vladimir, muitos cavalheiros tentaram granjear sua amizade, mas Aro de Volturi não era tolo, e pouco a pouco foi abandonando a quase todos os que o tinham rodeado com fins propriamente egoístas. Edward, em troca, tinha seguido Aro incansavelmente e lutado sob seu estandarte com galhardia e nobreza, já que tinha sabido apreciar a um homem que, apesar de não ter talento de guerreiro, parecia ser um competente administrador. E com o transcurso do tempo, Edward conseguiu atrair a atenção de Aro até ganhar sua confiança. Finalmente, o monarca decidiu recompensá-lo por sua lealdade e sua destreza.
E Swan era a recompensa.
Swan, oculto em algum lugar próximo entre a neblina e a suave chuva. Swan, que tinha sobrevivido à anarquia civil durante o reinado de Vladimir, mas em que estado? Edward tentou afastar aqueles temores de sua mente, culpando ao mau tempo do repentino mal-estar que se apoderou dele, e deslizou a mão por cima das alforjas carregadas de sementes. Durante suas aventuras por meio mundo, Edward tinha ido se preparando para aquele dia, o dia em que por fim disporia de sua própria terra. Por todos os lugares por onde tinha passado, das tórridas areias de Damasco até as montanhas da Baviera, tinha ido selecionando as melhores sementes, os melhores tecidos, as melhores especiarias para seu futuro lar. E agora seu lar tinha um nome: Swan.
—Uma verdadeira beleza, conforme dizem na corte.
Edward deu a volta para olhar ao pai Carlisle, o sacerdote que tinha permanecido a seu lado durante os últimos anos e que se encarregaria de oficiar a cerimônia de suas bodas. Levava uma batina negra de lã que o protegia da suave chuva e que se levantou até os joelhos para sentar-se sobre a mula. Um padre incomum, que tinha estudado com o grande professor Garrett Alexander e que acreditava que o povo pobre só poderia ser feliz se conhecia as Sagradas Escrituras. Por isso tinha passado tantos crepúsculos cinzentos insistindo para que Edward e seu séquito memorizassem a palavra de Deus.
—Acreditava que os homens de Deus não se fixavam na beleza feminina uma vez que tomavam os hábitos —espetou Edward com secura.
Carlisle sorriu lentamente enquanto baixava seu olhar até sua puída batina de lã.
—Sim que nos fixamos, mas possivelmente não lhe outorgamos a importância que lhe dão vós, os cavalheiros.
Emmett, o escudeiro de Edward, lamentou-se em voz alta:
—Passamos tantos anos percorrendo o país com homens como única companhia que a esta altura inclusive minha avó pareceria atrativa.
Edward sorriu ante a ocorrência. Emmett, com seus dezessete anos e um aspecto desajeitado de cachorrinho a ponto de desmamar, acreditava-se absolutamente irresistível para as mulheres. Provavelmente, quando acabasse de desenvolver a musculatura dos ombros, já não teria que imaginar mais.
Realmente era um moço arrumado, com uns olhos risonhos de uma cor azul cinzento e cabelos castanhos e robustos.
Carlisle, balançando-se ritmicamente ao som dos passos de sua mula, disse:
—Isso significa que olha às mulheres com benevolência, e isso é bom.
Emmett se limitou a esboçar uma careta de chateação e suspirou.
Edward sorriu divertido ante a reação de Emmett, como de costume. Procurava instruir ao jovem com firmeza mas sem dureza; em seu tempo de juventude lhe havia custado servir de escudeiro a um homem severo e circunspeto, e considerava que não tinha tirado nada positivo daquela experiência. As exigências físicas dos cavalheiros eram já bastante duras  por si, por isso não se necessitava amassar o espírito com um jugo adicional e desnecessário. Não obstante, Edward não demorou para afastar Emmett de sua mente e novamente se dedicou a escrutinar o horizonte brumoso, com vontade de avistar Swan.
Carlisle cavalgava em silêncio enquanto observava Edward. Estava pensando em Swan, isso era evidente, mas Swan não significava unicamente o castelo e suas terras, e se Edward não se lembrava daquele significativo detalhe, ele sim.
—Faz anos que é órfã —remarcou Carlisle.
Edward deu um coice visivelmente surpreso ante o comentário e respondeu com voz ausente:
—Já sei.
—Não foram uns anos fáceis para a Inglaterra —precisou Carlisle.
—Isso também sei, mas agora que estou aqui tentarei emendar todo o necessário —repôs Edward com um tom confidencial.
Seth, o companheiro de armas de Edward, uniu-se a eles e deu um pequeno murro em Emmett no ombro. Seus olhos escuros posaram primeiro nas costas de Edward, e logo desviou a vista para o pai Carlisle. O padre lhe devolveu o olhar, e esses breves instantes bastaram para que ambos se dessem conta de que estavam pensando o mesmo.
—Sem lugar a dúvidas, lady Isabella estará encantada quando souber suas intenções —apontou Seth prudentemente.
Edward só ofereceu um grunhido como resposta. Dava a impressão de que se esqueceu dela por completo. Não, não era unicamente uma impressão, a não ser um fato irrefutável. Isabella era uma pequena bolinha no grosso de seus pensamentos, e ele  haveria se sentido mais que satisfeito de poder sacudir essa bolinha de cima. Em seus planos não entrava uma esposa. Que capacidade podia ter uma esposa em seus pensamentos, quando seu afã por possuir uma propriedade levava tantos anos lhe nublando a mente por completo? Entretanto, era certo que estava em idade casadoura e que não podia tomar posse de Swan sem ela. Assim teria que casar-se. De todos os modos, seus pensamentos seguiam unicamente centrados em Swan.
—A guerra pela terra é muito dura, foste testemunha de numerosas batalhas para ser consciente disso, Edward o Brouillard —argumentou Carlisle com um tom cordial — E também viu com que efetividade pode uma espada enviar um homem ante Deus. Como crê que uma moça órfã sobreviveu tantos anos à guerra civil?
Edward não tinha caído na conta, pelo menos não tinha prestado muita atenção à questão, e não gostou nada que o pai Carlisle tirasse o tema a vista. E o que importava essa mulher? Swan, a terra que vinha com ela, era o que realmente desejava. Edward tinha arriscado sua vida por Swan, e finalmente a tinha obtido como recompensa. Entretanto, lady Isabella o aguardava, igual a Swan. Por conseguinte, era óbvio que não devia esquecer-se dela, apesar de que o tinha tentado.
Naquele instante, Billy apareceu no meio da névoa e conseguiu captar sua atenção.
—Encontrou Swan? —perguntou-lhe Edward quando Billy esteve a uma distância audível.
—Sim, Edward, encontrei sua propriedade.
—E o que te pareceu? —exortou-o, sentindo-se instantaneamente incômodo ante a parca resposta de Billy.
Billy baixou os olhos enquanto tirava as manoplas das mãos.
—É uma terra rica, o castelo é uma edificação sólida e robusta, e lady Isabella já está se preparando para sua iminente chegada.
Ao ver que novamente lhe recordavam a figura de lady Isabella, Edward se sentiu obrigado a perguntar:
—E como está lady Isabella de Swan?
—Quando lhe dei a notícia de que o rei tinha ordenado seu matrimônio, aceitou as novas com calma —recitou Billy com cuidado. Levava mais de uma hora ensaiando as palavras exatas que ia pronunciar, e se sentia satisfeito com a verdade ofuscada que transmitia a mensagem.
—Não te disse que certamente reagiria assim? —Edward sorriu a Seth.
Seth só sorriu efemeramente, e sua tez escura assentiu com aquiescência.
—A senhora estará pronta quando eu chegue? —Quis saber Edward especificamente, ansioso por superar o quanto antes aquele possível ponto de conflito.
—Quando lhe disse que tinha que casar-se com Edward, o Brouillard por ordem de Aro II, lady Isabella não disse nenhuma só palavra contra e desapareceu rapidamente para dispor os preparativos —replicou Billy, dizendo tecnicamente a verdade.
—Parece uma mulher com um notável autocontrole —atravessou Carlisle brandamente.
—Sim —conveio Edward — uma virtude certamente valiosa em uma esposa. Tal e como há dito —continuou, dirigindo sua conversação para Carlisle — Foram muitos anos de guerra, e provavelmente se sentirá aliviada ao saber que muito em breve terá um marido que poderá defender as terras e lhe dar descendência. Em resumidas contas, isso é o que todas as mulheres querem, não? —concluiu com um tom desenvolto.
Billy ficou brincando incômodo com as manoplas, que pareciam estar lhe provocando inumeráveis problemas. A sua vez, o pai Carlisle começou a manusear as contas do rosário que pendurava de seu cinto, com uma expressão contemplativa no rosto. Parecia que essas eram as únicas respostas que Edward ia obter. A atitude de seus companheiros o desconcertou. Por que essas amostras contidas de perturbação ante as notícias de Billy da boa disposição de lady Isabella para receber seu futuro marido?
—Vamos, Seth, você estiveste casado. Acaso nem todas as mulheres desejam segurança, do mesmo modo que aos homens atrai o conflito e a instabilidade? —exortou-o Edward.
—Assim foi com as mulheres que conheci —respondeu Seth simplesmente.
E desse modo terminou a conversação a respeito de Isabella. Edward se dispunha a interrogar mais a fundo Billy com respeito a Swan quando Billy lhe adiantou:
—De fato, já estamos nas terras de Swan, Edward. Quando me reuni contigo já pisava em sua propriedade. O castelo está a tão somente uma breve corrida a galope para o oeste.
Billy não teve tempo de dizer nada mais. Edward esporeou seu cavalo para iniciar a corrida o galope. Seth o seguiu veloz, já que inclusive com Aro no trono, as terras seguiam infestadas de foragidos.
Necessitaram só uns minutos para avistar a sólida silhueta da torre de Swan, que se materializou entre a chuva que agora caía com mais força, mas Edward apenas se deu conta daquele matiz. O castelo, construído com o consentimento real durante o reinado de Aro I e, por conseguinte, indultado de ser destruído com a miríade de castelos que tinham sido eretos durante os anos de anarquia, tinha sido originariamente desenhado como uma única torre singela e estava rodeada por uma paliçada de madeira. Erigia-se no topo de um promontório, flanqueado em sua maior parte pelo rio, o que lhe conferia um estratégico valor defensivo. A paliçada precisava ser reconstruída, não de madeira mas sim de pedra, embora a verdade era que tampouco estava em condições deploráveis e provavelmente suportaria qualquer ataque durante o processo de reconstrução. Edward ficou absorto calculando quanto custaria o trabalho, tanto em termos econômicos como em tempo, e chegou à conclusão de que poderia completar-se em um ano se era capaz de encontrar um Engenheiro hábil. Posto que Edward estava se aproximando pelo lado oeste, o castelo destacava por cima da paliçada com um aspecto imponente; os muros eram almeados, igual à torre, que se erigia majestosamente com sua altura de quatro andares.
Tão ensimesmado estava Edward com sua primeira impressão de Swan que não se fixou no estado de abandono das terras, nem no bosque que se estendeu ocupando as terras de cultivo, nem na falta de choças ou de uma aldeia próxima. Tão satisfeito estava com sua propriedade que quando caiu na conta do estado de abandono em que se achava Swan, não permitiu que aquele pensamento o inquietasse. Swan dispunha de um lorde outra vez, e Edward faria todo o possível por lhe devolver todo seu esplendor e alegria de antigamente.
Por fim estava em casa.

6 comentários:

  1. OHHH ANSIOSA POR ESSA FIC!
    ADORO FIC DE ÉPOCA!
    Quero mais!!
    Ei, tenho uma sugestão e ao mesmo tempo um pedido... teria como vc mudar o fundo do blog? esse fundo preto com as letras brancas ficam ruins para ler, força demais a vista. Vc poderia colocar um cinza medio pro fundo e um cinza quase preto para as letras!! Que tal?
    Beijos, Daiane Farias

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    1. Então eu mudei e tals .. se você achar que não ficou bom me avisa.. que eu mudo novamente ok..
      Espero que continue gostando da fic..
      Beijos.. Mia c.

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    2. Ameiii, está ótimo para ler! Obrigada!!
      Eu vi que vc vai ficar um tempo sem entrar na net, como vai ficar os post em brouillard?
      Quer me mandar por email? Amei essa fic, estou muito curiosa! Quero mais a continuação!
      Qualquer coisa fala comigo, daianefarias-1@hotmail.com
      Beijos, Daiane Farias.

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    3. Então eu vou continuar a postar essa fic sim.. mas não vai ser posts todos os dias amanha eu já posto dois capitulos e vou postando nos dias que eu consegui ok.. Beijoo

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  2. eu acho que vc poderia muda um poucoo as palavras pois estao difici de entende e eu quaze na consigo entender direito o cap. acho que ta muito formal

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